Maestro Jorge Antunes

Maestro Jorge Antunes:
"A vida imita a arte. Por isso eu faço música engajada politicamente, em busca da justiça social."

quinta-feira, 8 de julho de 2010


Amigos e amigas!
Amanhã, sexta, dia 9 de julho, a partir de 9 horas da amanhã, já terei adesivos para carro.
Procurem-me:3368-1794.
ANTUNES SENADOR 500-Psol
Vejam como vai ficar bonito o adesivo.
Reparem que não há, na careca, nenhum brilho.
Mas, creia, por dentro da careca há muitas ideias, propostas, ideais, vontade de luta, para sanear a vida pública e buscar a verdadeira justiça social.

CONSTERNADO: LUTO



Faleceu na segunda-feira o poeta e compositor Clesio de Souza Ferreira, músico e criador de enorte talento e sensibilidade, que foi professor na UnB. Clesio é autor, em parceria com seus irmãos, de uma das mais belas páginas do cancioneiro brasileiro dos anos 70: Revelação. A canção foi lançada, com enorme sucesso, na voz do cantor Raimundo Fagner. Mas o catálogo da produção de Clesio é amplo, com outras grandes criações na música e na literatura. Hoje [8/7], no Correio Braziliense, vem publicado um importante obituário sobre aquele querido e saudoso colega.

Aos queridos Clôdo e Climério, irmãos de Clesio, e à familia toda, transmito minhas sinceras condolências.
Deixo aqui, em meu nome e, certamente, em nome de todos os músicos, um preito de gratidão àquele grande músico e poeta que escreveu:

Um dia vestido
de saudade viva,
faz ressuscitar
casas mal vividas,
camas repartidas:
faz se revelar
Quando a gente tenta,
de toda maneira,
dele se guardar,
sentimento ilhado,
morto, amordaçado,
volta a incomodar.


Não nos esqueçamos de todo aquele que, tal como Clesio, mesmo morto, amordaçado, volta a incomodar.

Jorge Antunes

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Façamos todos nhenhenhém, de dentro para fora do PSOL.


NHENHENHÉM
VIVA O NHE-NHE-NHÉM !!!
Viva o Tupi-Guarani !!!



Os dicionários ensinam que a expressão nhenhenhém - com as variações nenhenhê e nenhenhém - é um brasileirismo com significado de resmungo, repetição de palavras, recalcitração insistente e teimosia. Originada do tupi - língua geral falada até o século 19 em nosso litoral - e mais precisamente do verbo nhe’eng (falar, piar), ela é usada costumeiramente na forma de “vamos deixar de nhenhenhém”, ou “chega de nhenhenhém”, com o sentido de “pare de ficar falando”, ou “acabe com essa falação interminável, com esse discurso irritante e monótono”. Os estudiosos do nosso idioma asseveram que quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indígenas não entendiam coisa alguma do que aqueles homens estranhos falavam, e por isso comentavam que eles ficavam a dizer nhenhenhém.

Jorge Antunes

UM MAESTRO NO SENADO, Brasília merece, Jorge Antunes é 500 é PSOL


UM MAESTRO NO SENADO
Brasília merece

*Enrique Morales

Os artistas criadores e os políticos revolucionários têm loucuras em comum. Loucura pela beleza da vida e pela justiça entre os homens. Dentre os primeiros, o músico, o estudioso meticuloso da harmonia, do contraponto, do improviso e da regência, enfim, das infinitas possibilidades que a musica nos oferece, é o que mais se parece, pela diversidade de conhecimentos que domina e pela aplicação coletiva destes. Trabalho de maestro. Meticuloso também na construção da consciência, da melhor compreensão do mundo em que vivemos.

É verdade que, nos tempos atuais, os políticos profissionais do crime organizado, têm jogado a política na lata do lixo. E, aqueles que não compactuam e se levantam contra essa onda crescente de corrupção e mentiras, têm que realizar enormes esforços para diferenciar-se dessa corja que, infelizmente, cada vez mais se apropria dos recursos públicos e cada vez menos punição recebem. Mas isso não nos assusta. Muito menos quando temos entre nós alguém com a história e a honestidade do companheiro e maestro Jorge Antunes.

Nestas eleições, nossa população tem a oportunidade ímpar de levantar-se contra toda essa situação insuportável e vergonhosa em que as máfias, já bem conhecidas e identificadas, colocaram o Distrito Federal. Chegou a hora de dizer não àqueles políticos que traíram a confiança do povo.

Temos total confiança em que, com a firmeza e a sabedoria com que rege a orquestra, o companheiro Jorge Antunes saberá se reger na condução de uma política honesta, combativa e de luta pela defesa intransigente dos interesses dos trabalhadores e do povo pobre.

Maestro Jorge Antunes, Senador da República. Brasília merece!

Brasília, 06 Julho 2010

*Enrique Morales-Secretário Geral do PSOL-DF e Membro da Executiva Nacional do PSOL


Jorge Antunes não rouba e não deixa roubar
Participe, escreva, comente: Jorge Antunes não rouba e não deixa roubar.

O recebimento de doações, pela BCE, está suspenso

Que tristeza!
Que vergonha!
Desde 1973 o prédio da BCE se congela em sua estrutura e capacidade.
O edifício de 16.000 m², tem capacidade para um milhão de volumes e para dois mil usuários.
Em 1973 a UnB tinha cerca de 12.000 estudantes.
Em 2004 a UnB tinha cerca de 30.000 estudantes.
Hoje o acervo da BCE ultrapassa um milhão de exemplares.
A BCE continuou a mesma, até hoje, sem qualquer ampliação.
É preciso lutar por polpudas dotações orçamentárias para o câmpus Plano Piloto da UnB e para uma decente expansão com dignidade e honestidade acadêmica para os outros campi (qualidade de ensino e conforto ambiental).
Abraços,
Jorge Antunes

terça-feira, 6 de julho de 2010

ESTUDANTES DA UnB, CAMPUS DA CEILÂNDIA, RECLAMAM DAS CONDIÇÕES DE ENSINO


A universidade de Brasília-UnB é a única universidade federal do Distrito Federal -DF, já bem conceituada e que tem peso importante na educação da região. Quando a proposta da construção dos novos campi da Universidade de Brasília nas cidades Gama, Planaltina e Ceilândia foi feita, sentimo-nos vitoriosos, principalmente em Ceilândia, que foi "contemplada" com um campi onde funcionariam cinco cursos na área de saúde: Enfermagem, Saúde Coletiva, Terapia Ocupacional, Farmácia e Fisioterapia. É inegável a proposta inovadora que a universidade pretende cumprir numa cidade onde existe uma carência sistêmica principalmente na área de saúde.

Infelizmente, estamos cada dia mais distantes de uma formação de qualidade capaz de cumprir essa proposta. Desde o primeiro vestibular realizado para esse campi, no 2° semestre do ano de 2008, os alunos têm vivido uma realidade acadêmica precária que até o momento foi apenas “remendada” com soluções paliativas e temporárias. As primeiras turmas deste campi tiveram boa parte de suas aulas num local improvisado no centro da Ceilândia. Não havia estrutura, laboratório, ventilação ou condição alguma para a ministração de aulas, e a promessa de entrega do campi definitivo estava prevista para outubro do mesmo ano (2008), prazo não cumprido pela empresa ganhadora da licitação e pelo GDF.

Em 2009 os alunos foram deslocados para outro local provisório, o Centro de Ensino Médio 04 da Ceilândia (CEM 04), resultando em remanejamento de alunos ali matriculados devido a presença dos alunos da UnB dividindo o espaço com a instituição. O CEM 04 contava com uma maior estrutura (ainda precária) oferecendo um maior acervo de livros na biblioteca, um laboratório de informática e um laboratório multiuso; mesmo neste novo local as condições eram ruins, não havia espaço para uma turma inteira fazer uso desses ambientes ao mesmo tempo. Um novo prazo de entrega do campi foi dado: março de 2010. Enquanto essa realidade nos confrontava e o atraso das obras era evidente, fizemos protestos e pressionamos a reitoria que nos deu um novo prazo: 21 de abril de 2010 (aniversário de Brasília). espaço no CEM 04 tornou-se insuficiente. Mais uma vez, como solução temporária, a UnB alugou duas salas na Escola Técnica de Ceilândia, nas proximidades do CEM 04, onde estão sendo administradas aulas de algumas disciplinas. E as obras do campi definitivo estão totalmente paradas. Além do fato de a quantidade de alunos do CEM 04 ter diminuído expressivamente, pois estes têm muito menos espaço para estudar, e acabaram sendo REARRANJADOS para outras instituições públicas do GDF, muitas vezes longe de suas casas. O que acontece no final?! Vários destes alunos têm desistido de estudar, pela inviabilidade de chegar na escola.

Hoje estamos vivendo essa realidade, o CEM 04 e a Escola Técnica de Ceilândia não são capazes de suportar os alunos dos quatro períodos dos cinco cursos, não temos restaurante universitário, não temos exemplares de livros suficientes, não temos aulas práticas suficientes nem de qualidade, não temos laboratórios individualizados para cada departamento, não temos condições mínimas de estudo (as salas são superlotadas, os banheiros são insuficientes, faltam cadeiras, falta espaço na biblioteca, falta espaço nos laboratórios), não temos segurança suficiente (devido a grande movimentação da área, muitas pessoas são assaltadas e carros são furtados em plena luz do dia) e estamos vivendo de medidas provisórias há dois anos. Dois anos! Como se não fosse o suficiente, a comunidade acadêmica de Ceilândia é ignorada e a integração entre os campi não faz sentido, uma vez que existe o transporte gratuito inter campi, mas a burocracia para conseguir pegar aulas em outros campi é absurda, quando deveria ser feita via internet! E estamos passando por um pós-greve dos professores que resultou em um calendário retroativo, onde não teremos férias e estamos a 100 dias sem funcionários e técnicos devido a atual greve da classe, o que resulta em biblioteca e laboratórios trancados.
Nós queremos uma formação de qualidade, queremos ser ouvidos, queremos ser valorizados, queremos ter boas condições de estudo; nós não somos o “resto” da UnB, somos parte integrante (Gama, Planaltina, Ceilândia e Darcy Ribeiro) da Universidade e queremos ser tratados como tal. Descentralização da UnB sim, porém com QUALIDADE!

UM MAESTRO NO SENADO




UM MAESTRO NO SENADO
Brasília merece


Enrique Morales
Secretário Geral do PSOL-DF
Membro da Executiva Nacional do PSOL



Os artistas criadores e os políticos revolucionários têm loucuras em comum. Loucura pela beleza da vida e pela justiça entre os homens. Dentre os primeiros, o músico, o estudioso meticuloso da harmonia, do contraponto, do improviso e da regência, enfim, das infinitas possibilidades que a musica nos oferece, é o que mais se parece, pela diversidade de conhecimentos que domina e pela aplicação coletiva destes. Trabalho de maestro. Meticuloso também na construção da consciência, da melhor compreensão do mundo em que vivemos.

É verdade que, nos tempos atuais, os políticos profissionais do crime organizado, têm jogado a política na lata do lixo. E, aqueles que não compactuam e se levantam contra essa onda crescente de corrupção e mentiras, têm que realizar enormes esforços para diferenciar-se dessa corja que, infelizmente, cada vez mais se apropria dos recursos públicos e cada vez menos punição recebem. Mas isso não nos assusta. Muito menos quando temos entre nós alguém com a história e a honestidade do companheiro e maestro Jorge Antunes.

Nestas eleições, nossa população tem a oportunidade ímpar de levantar-se contra toda essa situação insuportável e vergonhosa em que as máfias, já bem conhecidas e identificadas, colocaram o Distrito Federal. Chegou a hora de dizer não àqueles políticos que traíram a confiança do povo.

Temos total confiança em que, com a firmeza e a sabedoria com que rege a orquestra, o companheiro Jorge Antunes saberá se reger na condução de uma política honesta, combativa e de luta pela defesa intransigente dos interesses dos trabalhadores e do povo pobre.

Maestro Jorge Antunes, Senador da República. Brasília merece!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Correio Braziliense omite nome de Jorge Antunes para o Senado

Hoje, o Jornal Correio Braziliense trouxe reportagem sobre as eleições, divulgando os candidatos aos cargos majoritários (governador e senador), omitindo o nome de Jorge Antunes.



O Jornal divulgou também uma estimativa do tempo de TV no horário eleitoral para cada candidato ao governo do DF: apenas dois candidatos terão direito a nada menos que 90% do tempo, ou seja, 18 dos 20 minutos reservados para os candidatos a governador.



Isso mostra como a disputa eleitoral é desigual. Mas o povo ficará atento: não é aquele candidato que tem mais dinheiro e mais tempo de TV que é o melhor. O ex-governador do DF que o diga.

sábado, 3 de julho de 2010

GILMAR FAZ CACHORRADA COM FICHA LIMPA. Não é a primeira vez que ele faz Au-Au-Au no Tribunal




O Ministro Gilmar Mendes continua o mesmo! Suspendeu primeira inelegibilidade de político com ficha suja.
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quinta-feira (1º) a primeira inelegibilidade resultante da Lei da Ficha Limpa. O ministro Gilmar Mendes determinou que a Justiça Eleitoral não pode negar registro de candidatura do senador Heráclito Fortes (DEM-PI) para cargo eletivo com base nas restrições da Lei da Ficha Limpa. O senador pretende se reeleger ao Senado.
Com essa decisão, ficam suspensos os efeitos de inelegibilidade da condenação imposta ao senador pelo Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI). Fortes foi condenado em uma ação popular por conduta lesiva ao patrimônio público. O senador teria usado a publicidade da prefeitura de Teresina para se promover quando era prefeito da cidade entre 1989 e 1993.
O político virou alvo da Ficha Limpa porque a norma torna inelegíveis as pessoas condenadas - por órgãos colegiados - pela prática de crimes como improbidade administrativa e uso da máquina pública para promoção pessoal. Antes da lei, somente se tornavam inelegíveis políticos com condenação definitiva na Justiça.
A decisão de Gilmar Mendes suspende a inelegibilidade de Fortes até que a 2ª Turma do STF conclua o julgamento do recurso interposto pelo senador. O julgamento do recurso foi suspenso em novembro de 2009 por um pedido de vista do ministro Cezar Peluso. O julgamento foi retomado no dia 26 de janeiro. O caso tramita no Supremo desde 2000.
Todos devem se lembrar de que não é a primeira vez que o Gilmar faz Au-au-au no Tribunal. Ouça em: http://www.americasnet.com.br/antunes/au-au-au-no-tribunal

CONSTERNADO!


Estou triste, inconformado, com a morte de meu amigo Radegundis Feitosa. No dia 1º de julho ele nos deixou. Terrível acidente de trânsito causou incêndio de seu veículo. Radegundis era o maior trombonista brasileiro da atualidade. Era Chefe do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraiba e personalidade querida de toda a comunidade musical brasileira. Radegundis e mais três outros músicos paraibanos morreram na quinta-feira em acidente de carro quando iam para Itaporanga participar das solenidades do sesquincentenário da cidade.
Amigo, afável, gentil, líder, sonhador, idealista, musicalidade à flor da pele, socializador, adepto do coletivismo artístico, criava aqui e ali grandes grupos de trombone, corais de trombone.
Radegundis começou a brilhante carreira, afinado com minha obra. Despontou para o Brasil e para o mundo aos 21 anos de idade, como vencedor do II Concurso Nacional de Jovens Intérpretes da Música Brasileira, realizado em abril de 1983 na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. Destacou-se com a interpretação de minha composição Inutilemfa, que escrevi especialmente para o certame como peça de confronto.
Radegundis deixou-nos importante e inesquecível lastro cultural, não apenas com suas gravações, mas também com um legado de jovens trombonistas formados por sua admirável capacidade didática.