Maestro Jorge Antunes

Maestro Jorge Antunes:
"A vida imita a arte. Por isso eu faço música engajada politicamente, em busca da justiça social."

quarta-feira, 28 de julho de 2010








PROPOSTAS DE LUTA DE JORGE ANTUNES, Senador:






















* Reestruturação total do transporte público no DF, com alta quantidade e qualidade, e integração ônibus-metrô;

* Criação do Sistema Nacional de Orquestras Juvenis;

* Universalização do ensino público em tempo integral, três refeições na escola, qualidade, construção de novas escolas, salários dignos para os professores;

* Garantia de eficiência da Saúde Pública no DF, com reformas profundas e ampliação dos hospitais públicos e postos de saúde;

* Verbas públicas para enriquecimento dos acervos da Biblioteca Nacional de Brasília (Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola) e o Museu Nacional de Brasília (Museu Nacional Honestino Guimarães);

* Creches gratuitas no DF com alta qualidade e especialistas pediátricos e nutricionistas;

* Apoio efetivo à democratização cultural e à criação e difusão artística;

* 3% do orçamento da União para a Cultura;

* Apresentação de PEC do "direito de deseleger": plebiscito revogatório em que o povo retira o mandato de políticos ineptos e/ou corruptos;

* Verbas públicas para a expansão da UnB, com eficiência, qualidade nos espaços físicos e infra-estrutura;

* Autonomia plena para as Universidades públicas e gratuitas;

* Verbas públicas para a expansão da Escola de Música de Brasília para as Cidades Satélites, com ensino público e gratuito;

* Educação Musical nas escolas, com regulamentação, professores com formação específica, infra-estrutura, equipamentos, instrumentos, para criação de coros, orfeões, bandas de música, grupos musicais.

* Verbas públicas para as orquestras e grupos, condicionadas a percentagem mínima de 30% de música brasileira na programação, com instituição da figura do "compositor residente";

* Microcrédito bancário para músicos comprarem equipamentos e instrumentos musicais;

* Apoio integral, com vantagens fiscais, para todos os profissionais da cadeia produtiva da música: estúdios de ensaio e gravação, escolas de música, bares, restaurantes, teatros e auditórios, camelôs, lojas de música, livrarias, locadoras de vídeo, cinemas, etc..

197: esse é o número de artistas que, até as 18h00 de hoje, dia 28 de julho, já assinaram o manifesto de apoio a Jorge Antunes


Na foto:
Jorge Antunes com dois de seus apoiadores: a musicóloga MARIA ALICE VOLPE, professora doutora da UFRJ, e maestro Lutero Rodrigues, professor doutor da USP.



ASSINE EM:
http://www.petitionspot.com/petitions/JorgeAntuneSENADOR

segunda-feira, 26 de julho de 2010

MÚSICOS QUEREM REPRESENTAÇÃO NO SENADO‏


O Maestro Julio Medaglia inaugurou na internet uma petition de apoio à candidatura do maestro Jorge Antunes ao Senado, pelo PSOL-DF. Em pouco mais de uma semana mais de 100 artistas aderiram com suas assinaturas. Alguns nomes da música erudita lá estão como signatários de primeira hora: Julio Medaglia, Manuel Veiga, Mario Ficarelli, Edino Krieger, Lutero Rodrigues, Jamil Maluf, Osvaldo Lacerda, Hamilton de Holanda, Samuel Araujo, Rodrigo Ciccelli Velloso, Amaral Vieira, Rodolfo Coelho de Souza, Eduardo Guimarães Álvares, Eli-Eri Moura, Antonio Carlos Carrasqueira, Guilherme Vaz, Eudóxia de Barros, Jamary Oliveira, Alda Oliveira, Wilson Sukorsky, Emilio Terraza.

O endereço do site é:
http://www.petitionspot.com/petitions/JorgeAntuneSENADOR

Se você quer apoiar a candidatura de JORGE ANTUNES, SENADOR 500, assine a petition e vote nas prévias:
http://tvoto.virtualnet.com.br/votar/2/DF

sábado, 24 de julho de 2010

UM MAESTRO NO SENADO FEDERAL: artistas e intelectuais divulgam manifesto de apoio a Jorge Antunes

























http://www.petitionspot.com/petitions/JorgeAntuneSENADOR


O maestro Mario Ficarelli (USP) e o musicólogo Manuel Veiga (UFBA) elaboraram o texto do Manifesto nacional de artistas e intelectuais em apoio à candidatura do maestro Jorge Antunes ao Senado, pelo PSOL-DF

Seja apoiador do Manifesto, assinando no site:
http://www.petitionspot.com/petitions/JorgeAntuneSENADOR

Inclua, ao lado do nome, a categoria (compositor, musicólogo, arquiteto, músico, artista plástico, prof. Universidade).
Existe também um espaço para comentário, se desejar incluí-lo.

A lista de signatários foi aberta por Julio Medaglia, Wilson Sukorsky, Manuel Veiga, L. C. Vinholes, Amaral Vieira e Alda Oliveira.
Depois de assinar, peço que divulgue entre amigos do meio artístico, intelectual e acadêmico, pedindo apoio.

Depois, vote no site:
http://tvoto.virtualnet.com.br/votar/2/DF

Obrigado,
abraço,
Jorge Antunes

PS. O texto e a lista de signatários constarão da petition na internet e também de impressos em papel (folders) para distribuição em Brasília.


UM MAESTRO NO SENADO
Brasília merece! O Brasil merece!

Artistas criadores e políticos revolucionários têm loucuras em comum: a beleza da vida, a justiça entre os homens. O estudioso da harmonia, do contraponto, do improviso, da composição, da regência é meticuloso na elaboração da consciência e compreensão do mundo em que vivemos.
Políticos profissionais do crime organizado hoje convertem política em lixo. Os que não compactuam e se levantam contra a onda crescente de corrupção têm de realizar enormes esforços para se diferenciarem da corja que cada vez mais se apropria dos recursos públicos e menos punição recebe. Há entre nós, entretanto, um Jorge Antunes de talento reconhecido, uma história de honestidade absoluta, franqueza e espírito de luta, merecedor de nosso apoio.
Compositor, maestro, homem de bem, a população do Distrito Federal terá agora uma oportunidade ímpar de se levantar contra uma situação insuportável e vergonhosa que a todos avassala. É hora de dizer não aos políticos que traem a confiança do povo.
Os abaixo-assinados somos artistas, acadêmicos e músicos desejosos de ver um músico de alta cepa alçado ao Senado, com amplas preocupações sobre Cultura e Educação de qualidade, em que as artes sejam carros-chefes, sem detrimento das outras questões a serem enfrentadas: fim da corrupção, fim da violência, qualidade da saúde pública, ecologia, entre outras.
Horácio (65 AC - 8 AC), contando a história da Grécia invadida e dominada pelos romanos, reconheceu que não foi o enorme poderio militar romano o que restou, mas a cultura grega. Não a força, nem o poder, mas o lastro cultural. Assim, Antunes finca suas bandeiras na Cultura e na Educação, a exemplo do Sistema de Orquestras Juvenis que pretende fomentar para retirar crianças das ruas e alicerçar a formação intelectual de jovens. Criadas por todo o Brasil, em escolas públicas de tempo integral, serão células de um futuro melhor.
Sobre a sofrida Educação Musical Antunes reacende nossas esperanças: “Lutaremos pela regulamentação da Educação Musical nas escolas, sendo a disciplina ministrada por professores com formação específica, de modo a não permitir que na escola seja repetido o processo deseducador dos meios de comunicação de massa, que banaliza e desvirtua a educação de qualidade. A Educação Musical será abrangente, de maneira a abrir um leque ao educando. As multinacionais do banal que se enriquecem com o consumismo alienante serão banidas do espaço escolar.”

Muitos de nós, signatários deste documento, temos amigos e familiares em Brasília. É hora de mobilizá-los, conclamando-os a votarem em Antunes.


JORGE 500
Maestro Jorge Antunes: são outros 500!
Senador da República – PSOL

quarta-feira, 21 de julho de 2010

PROPOSTAS DE LUTA DE JORGE ANTUNES, SENADOR 500








PROPOSTAS DE LUTA DE JORGE ANTUNES, Senador:






















* Reestruturação total do transporte público no DF, com alta quantidade e qualidade, e integração ônibus-metrô;

* Criação do Sistema Nacional de Orquestras Juvenis;

* Universalização do ensino público em tempo integral, três refeições na escola, qualidade, construção de novas escolas, salários dignos para os professores;

* Garantia de eficiência da Saúde Pública no DF, com reformas profundas e ampliação dos hospitais públicos e postos de saúde;

* Verbas públicas para enriquecimento dos acervos da Biblioteca Nacional de Brasília (Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola) e o Museu Nacional de Brasília (Museu Nacional Honestino Guimarães);

* Creches gratuitas no DF com alta qualidade e especialistas pediátricos e nutricionistas;

* Apoio efetivo à democratização cultural e à criação e difusão artística;

* 3% do orçamento da União para a Cultura;

* Apresentação de PEC do "direito de deseleger": plebiscito revogatório em que o povo retira o mandato de políticos ineptos e/ou corruptos;

* Verbas públicas para a expansão da UnB, com eficiência, qualidade nos espaços físicos e infra-estrutura;

* Autonomia plena para as Universidades públicas e gratuitas;

* Verbas públicas para a expansão da Escola de Música de Brasília para as Cidades Satélites, com ensino público e gratuito;

* Educação Musical nas escolas, com regulamentação, professores com formação específica, infra-estrutura, equipamentos, instrumentos, para criação de coros, orfeões, bandas de música, grupos musicais.

* Verbas públicas para as orquestras e grupos, condicionadas a percentagem mínima de 30% de música brasileira na programação, com instituição da figura do "compositor residente";500

terça-feira, 13 de julho de 2010

MANIFESTO: UM MAESTRO NO SENADO


O maestro Mario Ficarelli (USP) e o musicólogo Manuel Veiga (UFBA) elaboraram o texto do Manifesto nacional de artistas e intelectuais em apoio à candidatura do maestro Jorge Antunes ao Senado, pelo PSOL-DF

Seja apoiador do Manifesto, assinando no site:
http://www.petitionspot.com/petitions/JorgeAntuneSENADOR

Inclua, ao lado do nome, a categoria (compositor, musicólogo, arquiteto, músico, artista plástico, prof. Universidade).
Existe também um espaço para comentário, se desejar incluí-lo.

A lista de signatários foi aberta por Julio Medaglia, Wilson Sukorsky, Manuel Veiga, L. C. Vinholes, Amaral Vieira e Alda Oliveira.
Depois de assinar, peço que divulgue entre amigos do meio artístico, intelectual e acadêmico, pedindo apoio.

Depois, vote no site:
http://tvoto.virtualnet.com.br/votar/2/DF

Obrigado,
abraço,
Jorge Antunes

PS. O texto e a lista de signatários constarão da petition na internet e também de impressos em papel (folders) para distribuição em Brasília.


UM MAESTRO NO SENADO
Brasília merece! O Brasil merece!

Artistas criadores e políticos revolucionários têm loucuras em comum: a beleza da vida, a justiça entre os homens. O estudioso da harmonia, do contraponto, do improviso, da composição, da regência é meticuloso na elaboração da consciência e compreensão do mundo em que vivemos.
Políticos profissionais do crime organizado hoje convertem política em lixo. Os que não compactuam e se levantam contra a onda crescente de corrupção têm de realizar enormes esforços para se diferenciarem da corja que cada vez mais se apropria dos recursos públicos e menos punição recebe. Há entre nós, entretanto, um Jorge Antunes de talento reconhecido, uma história de honestidade absoluta, franqueza e espírito de luta, merecedor de nosso apoio.
Compositor, maestro, homem de bem, a população do Distrito Federal terá agora uma oportunidade ímpar de se levantar contra uma situação insuportável e vergonhosa que a todos avassala. É hora de dizer não aos políticos que traem a confiança do povo.
Os abaixo-assinados somos artistas, acadêmicos e músicos desejosos de ver um músico de alta cepa alçado ao Senado, com amplas preocupações sobre Cultura e Educação de qualidade, em que as artes sejam carros-chefes, sem detrimento das outras questões a serem enfrentadas: fim da corrupção, fim da violência, qualidade da saúde pública, ecologia, entre outras.
Horácio (65 AC - 8 AC), contando a história da Grécia invadida e dominada pelos romanos, reconheceu que não foi o enorme poderio militar romano o que restou, mas a cultura grega. Não a força, nem o poder, mas o lastro cultural. Assim, Antunes finca suas bandeiras na Cultura e na Educação, a exemplo do Sistema de Orquestras Juvenis que pretende fomentar para retirar crianças das ruas e alicerçar a formação intelectual de jovens. Criadas por todo o Brasil, em escolas públicas de tempo integral, serão células de um futuro melhor.
Sobre a sofrida Educação Musical Antunes reacende nossas esperanças: “Lutaremos pela regulamentação da Educação Musical nas escolas, sendo a disciplina ministrada por professores com formação específica, de modo a não permitir que na escola seja repetido o processo deseducador dos meios de comunicação de massa, que banaliza e desvirtua a educação de qualidade. A Educação Musical será abrangente, de maneira a abrir um leque ao educando. As multinacionais do banal que se enriquecem com o consumismo alienante serão banidas do espaço escolar.”

Muitos de nós, signatários deste documento, temos amigos e familiares em Brasília. É hora de mobilizá-los, conclamando-os a votarem em Antunes.


JORGE 500
Maestro Jorge Antunes: são outros 500!
Senador da República – PSOL

sábado, 10 de julho de 2010

Os empresários bonzinhos e as doações de campanha


Jorge Antunes

Em 9 de novembro de 2002 o Correio Braziliense publicou matéria intitulada "Prestação de contas", em que eram dados alguns detalhes sobre o financiamento de campanha, no primeiro turno, dos candidatos à Presidência da República. Algumas das informações revelavam um interesse incomum, de empresários, pelo bem do Brasil. Em 23 de setembro de 2002 o Vox Populi divulgou pesquisa em que Garotinho empatava com Ciro Gomes: em 48 horas a Schincariol e a Construtora Camargo Corrêa despejaram R$ 800 mil na conta do PSB, partido ao qual Garotinho era filiado.
Muitos outros bondosos empresários, sempre legalmente no esquema do caixa um, estiveram preocupados com a felicidade de nosso país, percebendo que tão bons presidenciáveis precisavam de apoio financeiro. Em 4 de outubro, a dois dias do primeiro turno, mais R$ 940 mil foram doados à campanha de Garotinho pela Companhia Siderúrgica Nacional, pela Construtora Camargo Corrêa e pela Sergen Engenharia.
É fácil concluir acerca da benevolência dos empresários. Observe-se que, ao fazerem doações para a campanha eleitoral, as empresas e os empresários não têm qualquer incentivo fiscal. Não existe uma lei rouanet ou uma lei sarney para doações de campanha. Os doadores usam dinheiro de seus próprios lucros ou de suas próprias riquezas pessoais, sem qualquer dedução no imposto de renda. Talvez outras leis existam para explicar essa generosidade. Poderíamos falar em lei da selva, lei do mais forte, lei da oferta e da procura ou, até mesmo, em leiloamento, mas o fenômeno, previsto em lei, nada tem a ver com a conhecida lei do mecenato.
Tudo aqui comentado – lembremos ao leitor – se refere ao caixa um, previsto em lei. Várias perguntas imediatamente nos acorrem quando pensamos na questão. Por que o legislador permite que empresas e empresários façam doações para campanhas políticas? O quê leva o legislador a imaginar que existirão empresas e empresários interessados em financiar campanhas? A troco de quê eles fariam tais doações?
A mesma matéria do Correio nos contava que o grupo Gerdau doou R$ 1,315 milhão ao candidato Ciro Gomes. A Votorantim, do empresário Antonio Ermírio de Moraes, que apareceu no programa eleitoral pedindo votos para José Serra, doou R$ 400 mil para a campanha de Ciro.
É muito comum essa magnanimidade do capital: a mesma empresa faz doações a diferentes candidatos adversários entre si. No jogo do bicho a estratégia é velha conhecida: o ato de cercar o bicho pelos sete lados aumenta as chances de sucesso. Em época de eleições uma espécie de jogão do bicho se promove, com grandes somas despejadas pelos sete lados do lodaçal.
Guardo com carinho, em meu implacável arquivo pessoal, duas cartas das Indústrias Votorantim, uma delas assinada pelo próprio Antonio Ermírio de Moraes, o mesmo que em 2002 doou R$ 400 mil para a campanha de Ciro Gomes. São missivas, da mesma época, que me informam acerca da falta de recursos da empresa para atender meu pedido de R$ 400 mil para projetos culturais. Minha ópera Olga e minha Cantata dos Dez Povos, projetos que contavam com o aval do Ministério da Cultura para captação de recursos com os benefícios da Lei do Mecenato, não podiam então sair do papel.
O empresário poderia conceder verba aos projetos culturais, com desconto no imposto de renda. Não o fez. Sem usar de incentivo fiscal, entretanto, foi possível encher as burras dos tesoureiros de campanha de diferentes candidatos. Tudo, repito, dentro do caixa um. Poderíamos, então, chegar a interessante conclusão. Em época eleitoral o empresário abdica do direito de ter isenção fiscal. Vincular seu produto a um evento cultural, em período de eleições, não garante um Brasil promissor para as gerações futuras. O empresário é tão magnânimo, tão patriota, tão bonzinho, que prefere dividir sua fortuna, sem qualquer interesse pessoal, sem isenções fiscais, com candidatos maravilhosos e honestos, cumpridores das leis, tementes a Deus, que hão de cumprir suas promessas de manutenção de um status quo que perpetuará a exploração do homem pelo homem.
A conclusão a que chego, essa que reconhece a existência do empresário bonzinho, pode ser contestada por qualquer um. Outros poderão chegar a outras conclusões. Estes, por questão de coerência, deveriam ficar atentos e destinar seus votos aos candidatos que não aceitem doações através de caixa dois, mas que também não aceitem doações através do caixa um, apesar de a lei permitir. Nem toda lei é legítima. Nem toda lei cheira bem. Tem lei que pega facilmente porque é podre desde seu nascedouro.